Senado lança vídeo com a Lei Brasileira de Inclusão em Libras

Produzido pela TV Senado, o vídeo possui também legendas e narração em português

Intérprete de Libras durante tradução para janela de Libras em fundo de chroma key azul
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O Senado lançou nesta quinta-feira, 21, durante seminário sobre síndrome de Down, no Auditório Petrônio Portella, vídeo com a tradução em Libras (língua brasileira de sinais) da Lei Brasileira de Inclusão, conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência. Produzido pela TV Senado, por sugestão do senador Romário (Pode-RJ), o vídeo possui também legendas e narração em português.

A TV Senado produziu uma playlist exclusiva no YouTube.

Para a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka, é fundamental dotar todo cidadão de instrumentos para que ele possa exercer a cidadania.

— Através desse produto que a gente está lançando, é possível trazer a Lei Brasileira de Inclusão para todas as pessoas que usam a Libras como sua língua mãe. Na verdade, é dotar esse público da possibilidade de ter melhores informações sobre a norma que o protege.

Iniciativas como essa fazem parte da história do Senado. Há mais de dez anos, a Casa tem realizado ações afirmativas no sentido de buscar a equidade, ou seja, a igualdade de oportunidades também em relação à acessibilidade.

Comunicação inclusiva

Segundo a diretora da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Angela Brandão, o vídeo é um passo, “ainda que pequeno”, no caminho para uma comunicação do Senado 100% inclusiva.

— Esse vídeo nos lembra todo o tempo da necessidade de oferecer às pessoas que falam em Libras o acesso às leis do nosso país. Uma comunicação 100% inclusiva é um sonho que a gente espera conseguir realizar. Mas é sempre um processo complexo — disse.

Quatro intérpretes de Libras se revezaram nas gravações. A versão completa dura duas horas e 36 minutos. Uma outra versão é composta de seis vídeos, cada um referente a um dos títulos da Lei Brasileira de Inclusão.

A TV Senado produziu uma playlist exclusiva do vídeo em seu canal no YouTube, que pode ser vista aqui.

Fonte: Agência Senado