Aventura inesperada

A passagem de ano muitas vezes serve para reavaliar alguns conceitos, repensar o ano que se fecha e traçar planos para o novo ano.

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Oi.

O ano só começa depois do carnaval e, como a coluna anterior já tinha algum tempo, considero esta como sendo a primeira coluna oficial de 2018. Então vamos lá.

A passagem de ano muitas vezes serve para reavaliar alguns conceitos, repensar o ano que se fecha e traçar planos para o novo ano. Nesse carnaval, tive a oportunidade de visitar parentes em terras muito distantes e me isolar um pouco do mundo moderno. Sem celular, sem TV, sem internet.

Sem essas distrações, pude ver coisas diferentes e passar por novas aventuras, testar capacidades e limites. Isso foi muito interessante, pois me levou a pensar sobre os limites que eu mesmo me impunha sem fundamento, sem ao menos avaliar as possibilidades envolvidas, e todas as vezes que deixei de fazer algo pelo simples medo de deixar minha zona de conforto, todas as vezes em que perdi uma oportunidade em nome de uma falsa segurança.

Espera. Não foi uma epifania. Não foi uma mudança instantânea e hoje sou uma nova pessoa. Não. Mudanças como essa, em que a pessoa cria coragem para sair da zona de conforto e enfrentar terrenos não nivelados, montanhas, desfiladeiros e quem sabe uma grande montanha de esterco (os exemplos são literais para mim, mas podem ser metafóricos pra você), isso leva tempo e é muito mais fácil quando há pessoas de confiança ao seu lado que podem acompanhar e incentivar a jornada – vide “O Hobbit” e “Senhor dos Anéis”.

Em 2018, meu objetivo é tentar sair da minha zona de conforto sem abandonar minha identidade, sem abandonar as outras coisas que já conversamos aqui no Vida, e eu gostaria de encorajar você aí a fazer o mesmo – caso você seja como eu – ou apoiar alguém nessa jornada. Não sei no que vai dar, mas garanto que vou contar um pouco de tudo pra vocês.

Boa sorte.

Tchau.